Uma trajetória longa e estável pode ser desviada.
O interesse por desbravar o desconhecido seduz, atrai. A sequencia de fatos é o questionamento sobre como chegou aquele ponto e o que fazer para encontrar o caminho de volta.
Esse é, por vezes, penoso, sem atrativos. Talvez a convicção de que ao final da estrada é incrivelmente compensador, é o que ainda o estimula.
a caminhada de um jovem é contraditoriamente emocionante. É comum no dia-a-dia encontrar pontos de apoio e salvação, um refúgio em meio as adversidades e obrigações impostas. Em coontra partida, encontramos tambpem as facilidades do des-compromisso.
A idéia que se tem é a de que podemos transitar por essas possibilidades, ainda que caminhos opostos, sem qualquer problema; e até mesmo consideramos natural essa conduta - ou falta, por se tratar de um fase da vida em que estamos construindo, intermediando, a plena vida adulta e infância.
Logo inúmeras opções surgem com a união de elementos: autonomia pessoal e financeira... E você pode abraçar o mundo, ele é seu!
Saídas, brincadeiras, amigos, relacionamentos... Tudo se torna acessivel, rápido, intenso... Instável.
Mas... Oscilar em uma via de mão dupla pode ser até emocionante, contudo, bem arriscado também.
O que te faz rir hoje, sentir adrenalina, frio na barriga; pode ser o ponto de um acidente fatal.
O que antes era convicção, já não é? Valores se perdem, princípios relativizados?
É sinal de que chegou a hora de retornanr ao caminho!
Não por conselho, mas por propriedade de quem vive na prática a decisão de retornar a trajetória inicial.
Sei que é duro lançar mão...
Se limpar e voltar ao caminho da retidão. Mas, isso também me faz lembrar de que é Ele quem endireita as nossas veredas!
Que não deixemos de insistir, tentar, encontrar o caminho da volta e do arrependimento... Não esqueçamos de que Ele é misericordioso e longânimo... Mas tem pressa em nos trazer de volta e mostrar as riquezas e privilégios de seguir pelo estreito e apertado caminho que conduz a salvação.
Que Ele mesmo conserte e endireite nossos tortuosos caminhos!
Mikellen Ferreira